sexta-feira, 22 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Aspectos da Sociedade Micalense no Sec.XX
1935 - Rapaz na lavoura.
1950 - Ponta Delgada - Rancho de Romeiros do Livramento na Igreja de S.José.
Década de 50 -Vendilhão de peneirase trempes, na rua dos Fundadores da Vila - Ribeira Grande.
1940 - festa do Espírito Santo - Foliões e a Bandeira do Divino em Ponta Delgada.
1950 - Ponta Delgada - Rancho de Romeiros do Livramento na Igreja de S.José.
Década de 50 -Vendilhão de peneirase trempes, na rua dos Fundadores da Vila - Ribeira Grande.
1940 - festa do Espírito Santo - Foliões e a Bandeira do Divino em Ponta Delgada.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Polvo Assado.
INGREDIENTES.
2 kilos de polvo
2 cebolas (picadas)
3 dentes de alho (picados)
2 dl de azeite
1 copo grande de vinho tinto
1 pimenta malagueta
1 colher de colorau doce
2 colher de polpa de tomate
1 colher de calda de pimenta vermelha
1,5 de batata
Margarina
PREPARAÇÃO.
Separe os tentáculos do polvo. Num tacho leve ao lume a cebola, alhos e o polvo e deixe destilar por 10 minutos em lume brando. Adicione o azeite.
Numa tijela misture o vinho, polpa de tomate, colorau, pimenta vermelha, pimenta malagueta.
Adicione a mistura do vinho. E deixe cozer, mas não muito.
Descasce as batatas e adicione ao polvo, deixe levantar fervura e retire do lume. Verta num tabuleiro e cubra com pedacinhos de manteiga e leve ao forno até a batata estar cozida
2 kilos de polvo
2 cebolas (picadas)
3 dentes de alho (picados)
2 dl de azeite
1 copo grande de vinho tinto
1 pimenta malagueta
1 colher de colorau doce
2 colher de polpa de tomate
1 colher de calda de pimenta vermelha
1,5 de batata
Margarina
PREPARAÇÃO.
Separe os tentáculos do polvo. Num tacho leve ao lume a cebola, alhos e o polvo e deixe destilar por 10 minutos em lume brando. Adicione o azeite.
Numa tijela misture o vinho, polpa de tomate, colorau, pimenta vermelha, pimenta malagueta.
Adicione a mistura do vinho. E deixe cozer, mas não muito.
Descasce as batatas e adicione ao polvo, deixe levantar fervura e retire do lume. Verta num tabuleiro e cubra com pedacinhos de manteiga e leve ao forno até a batata estar cozida
terça-feira, 19 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Furna do Enxofre.
Furna do Enxofre é uma formação geológica de origem vulcânica portuguesa localizada na freguesia da Luz, no concelho de Santa Cruz da Graciosa, ilha Graciosa.
Apresenta-se no interior da Caldeira da Graciosa rodeada por vertentes muito abruptas e escarpadas tendo uma direcção alongada numa direcção que geralmente se oriente no sentido SE. Esta furna tem origem em dois centros eruptivos da Caldeira da ilha Graciosa.
Trata-se de uma grande e imponente caverna lávica, bastante profunda. Tem um comprimento máximo de 194 metros com cerca de 40 metros de altura de tecto na parte central, e que se caracteriza por ter um tecto em forma de abóbada perfeita.
A parte mais importante desta furna localiza-se na parte SE da Caldeira da Graciosa, e comunica com o exterior através de duas aberturas dispostas ao longo de uma direcção geral noroeste-sudeste.
O acesso ao interior desta gruta faz-se por uma torre com cerca de cantaria e alvenaria com 37 metros de altura que contem uma escada em caracol que se prolonga por 183 degraus. Este aceso foi construído no início do Século XX.
A exploração desta gruta teve inicio no Século XIX por vários investigadores entre os quais o Príncipe Alberto do Mónaco e os naturalistas Ferdinand André Fouqué e Georg Hartung.
Esta gruta é considerada única no campo vulcano-espeleológico internacional e a sua génese está associada a uma importante fase efusiva intracaldeira, do tipo havaiano, que envolveu a formação de um lago de lava.
Na fase final desta erupção havaiana, a lava existente no interior da caldeira, ainda fluida, foi drenada ao longo da conduta principal do vulcão, precisamente pela zona onde se encontra actualmente esta cavidade.
No interior da Furna do Enxofre e para além de um lago de água fria, encontra-se um importante campo de libertação de gazes formado por fumarolas, lamas e por emanações gasosas difusas de dióxido de carbono.
Estes gazes libertam-se muitas vezes de forma imperceptível em diversas áreas do chão da gruta. Muitas vezes em certas condições ambientais a concentração de dióxido de carbono no ar atmosférico circundante pode atingir valores superiores aos admissíveis em termos de saúde pública, facto pelo qual o local é monitorizado em contínuo.
Esta gruta é pelo Decreto Legislativo Regional n.o 24/2004/A (Governo Regional dos Açores) considerada uma estrutura geológica de elevado interesse, onde as necessidades de protecção, preservação e de partilha dos valores biológicos, estéticos, científicos e culturais mais se fazem sentir; tornando necessária a sua protecção.
domingo, 17 de junho de 2012
O ilhéu da Vila.

O Ilhéu de Vila Franca localiza-se na freguesia de São Miguel, concelho de Vila Franca do Campo, na costa sul da ilha de São Miguel, nos Açores.
Constitui-se numa pequena ilhota vulcânica, distante cerca de 500 metros da costa de Vila Franca, e 1200 metros do cais do Tagarete, no centro da vila. Deste porto existem ligações regulares com o ilhéu durante a época balnear.
O ilhéu é um cone vulcânico de origem hidromagmática, muito desmantelado pela erosão marinha, pelos movimentos tectónicos e por assentamentos diferenciais. Na sua constituição predominam os tufos palagoníticos muito litificados, em formações caracterizadas por forte fracturação vertical, de que resultam grandes estruturas colunares e algumas cavidades subaquáticas. Apresenta forma semi circular, com uma área total de 95 hectares, dos quais estão emersos 61,6 hectares, com uma abertura por onde o mar penetra livremente na cratera. A cratera, com uma profundidade máxima de 20 metros, forma um círculo quase perfeito com 150 metros de diâmetro. A abertura, designada por Boquete, está voltada a Norte, isto é na direcção da costa da ilha, o que impede a entrada da agitação marítima para o interior.Em 1983, o ilhéu de Vila Franca foi classificado como Reserva Natural pelo Decreto Legislativo Regional n.º 3/83/A, de 3 de Março da Assembleia Legislativa dos Açores. Essa classificação foi alterada, com um considerável alargamento da área marítima protegida e com a introdução de restrições ao uso de parte da área terrestre, pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2004/A, de 3 de Junho.
sábado, 16 de junho de 2012
Ilha das Flores - Fotos antigas.
Cascatas (Sec,.XX)
Naufrágio do navio Slavonia em 1909.
Vila de Santa Cruz - anos 50 do Séc.XX.
Pendurando os cambulhões de milho - Séc.XX.
Caldeira da Lomba - Séc.XX
Naufrágio do navio Slavonia em 1909.
Vila de Santa Cruz - anos 50 do Séc.XX.
Pendurando os cambulhões de milho - Séc.XX.
Caldeira da Lomba - Séc.XX
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